quarta-feira, 29 de março de 2017

Vendas voltam a cair... Chevrolet segue na liderança


As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil seguem em queda. Segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), foram emplacados 132.405 exemplares em fevereiro, o que representa uma queda de 7,7% em relação a janeiro (143.561) e 6,82% em comparação com o segundo mês de 2016 (142.091). O presidente da entidade, Alarico Assumpção Júnior, credita a retração ao menor número de dias úteis, uma vez que a média diária foi superior à de janeiro. No primeiro bimestre, o Brasil licenciou 275.966 unidades, volume 5,42% menor que o do mesmo período de 2016 (291.768).

Em fevereiro, a liderança ficou novamente com a Chevrolet, com 23.214 carros emplacados. Foi o 18º mês consecutivo da marca na primeira posição. Puxada por suas picapes, a Fiat ficou com o segundo lugar (18.921), seguida pela Volkswagen (17.244). Em quarto apareceu a Hyundai (11.974), que foi sexta em janeiro, superando Ford (11.898) e Toyota (11.116). Honda (9.388) e Renault (9.098) trocaram de colocação, ficando à frente de Jeep (5.770) e Nissan (5.091), que fecharam o top 10 do mês.

No acumulado, a Chevrolet já abre boa vantagem sobre a Fiat, segunda, com quase o dobro de emplacamentos da Ford, que ocupa a quarta posição. Aliás, a briga mais ferrenha fica mesmo para o espaço hoje situado nas mãos da gigante do oval azul, que perdeu a histórica colocação em 2016 para a Hyundai. Além da coreana, a Toyota também está de olho na vaga. Mais atrás, Renault e Honda disputam palmo a palmo a sétima posição, com somente 33 unidades de diferença neste bimestre.


Confira abaixo a lista de marcas mais vendidas de fevereiro e do acumulado de 2017.


FABRICANTES (JAN/2017)
Pos. – Marca – Volume (Part.)
1 – Chevrolet – 23.214 (17,53%)
2 – Fiat – 18.921 (14,29%)
3 – Volkswagen – 17.244 (13,02%)
4 – Hyundai – 11.974 (9,04%)
5 – Ford – 11.898 (8,99%)
6 – Toyota – 11.116 (8,40%)
7 – Honda – 9.388 (7,09%)
8 – Renault – 9.098 (6,87%)
9 – Jeep – 5.770 (4,36%)
10 – Nissan – 5.091 (3,85%)
11 – Peugeot – 1.522 (1,15%)
12 – Citroën – 1.440 (1,09%)
13 – Mitsubishi – 1.384 (1,05%)
14 – Mercedes-Benz – 857 (0,65%)
15 – BMW – 507 (0,38%)
16 – Audi – 455 (0,34%)
17 – Kia – 454 (0,34%)
18 – Land Rover – 375 (0,28%)
19 – Suzuki – 245 (0,19%)
20 – JAC – 217 (0,16%)
21 – Volvo – 201 (0,15%)
FABRICANTES (JAN-FEV/2017)
Pos. – Marca – Volume (Part.)
1 – Chevrolet – 50.856 (18,43%)
2 – Fiat – 38.771 (14,05%)
3 – Volkswagen – 35.377 (12,82%)
4 – Ford – 25.617 (9,28%)
5 – Hyundai – 24.268 (8,79%)
6 – Toyota – 24.005 (8,70%)
7 – Renault – 18.160 (6,58%)
8 – Honda – 18.127 (6,57%)
9 – Jeep – 11.696 (4,24%)
10 – Nissan – 10.473 (3,80%)
11 – Peugeot – 3.397 (1,23%)
12 – Citroën – 3.236 (1,17%)
13 – Mitsubishi – 2.825 (1,02%)
14 – Mercedes – 1.657 (0,60%)
15 – BMW – 1.087 (0,39%)
16 – Kia – 1.036 (0,38%)
17 – Audi – 1.027 (0,37%)
18 – Land Rover – 795 (0,29%)
19 – JAC – 507 (0,18%)
20 – Suzuki – 507 (0,18%)
21 – Volvo – 441 (0,16%)

Chevrolet confirma chegada do SUV Equinox ao Brasil




A General Motors vai lançar até cinco novidades no Brasil em 2017. Apesar do mistério, a empresa confirma um modelo inédito. Considerando-se toda a gama estrangeira da Chevrolet, sobram poucos produtos para se apostar. O de maior potencial seria, assim, o utilitário-esportivo Equinox..



A GM nada revela sobre o produto. No entanto, o vice-presidente da empresa para o Brasil, Marcos Munhoz, revela se tratar de “um novo carro, com novo nome”. O Equinox poderia tomar o lugar do já cansado Captiva, que está praticamente sem novidades desde que chegou ao Brasil, em 2008. Em sua terceira geração, o novo SUV colocaria a marca para brigar com veículos como Jeep Cherokee Sport e Hyundai Santa Fe. Ele teria ainda a vantagem da fabricação na planta mexicana de Ramos Arizpe, aproveitando-se das cotas de importação sem incidência de IPI extra.





Os rumores recaem principalmente sobre o Equinox por conta de outras declarações de executivos da GM. Diretor de marketing da Chevrolet local, Hermann Mahnke descartou lançar um hatch entre o Onix e o Cruze ou uma picape para fazer a ponte entre Montana e S10. “Nosso veículo de entrada é o Onix Joy”, disse, encerrando rumores sobre um substituto direto para o Celta, baseado no estrangeiro Spark (leia aqui).
Além do Equinox, esperam-se outras novidades. É provável que nas contas da GM, os “cinco lançamentos” incluam o Tracker reestilizado e com motor turbo e a segunda geração do Cruze Sport6. No entanto, ainda são especuladas a reestilização da minivan Spin e mudanças em motores e transmissões.

Créditos: Allthecars

domingo, 6 de abril de 2014

Chevrolet doará 5.340 bolas “indestrutíveis” para estimular o esporte em áreas carentes

Bola foi criada para resistir às mais duras 
condições de “campo”
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Em parceria com  o Projeto One World Futbol, a Chevrolet e o Instituto General Motors firmaram parceria se comprometendo a doar 5.340 bolas de futebol ‘'virtualmente’’ indestrutíveis para organizações que atendem jovens de classes sociais menos favorecidas.

“A Chevrolet é a primeira empresa patrocinadora do Projeto One World Futbol, que vem ajudando escolas, orfanatos e organizações sem fins lucrativos a usar o esporte para solucionar conflitos, ensinar a tolerância e construir comunidades sem violência,” destaca Marco Aurélio Pacheco, diretor de Marketing da General Motors do Brasil. 
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A comunidade do Vidigal, no Rio de Janeiro, será a primeira a receber as bolas do Projeto One World Futbol. Hoje, dia 1º de abril de 2014, várias instituições da comunidade vão receber 160 bolas. Outras instituições a receber a bola são: AMAR, IBISS, O Pequeno Nazário, Casa do Menor e Karamba.
Esta bola em questão, a One World Futbol, foi idealisada por Tim Jahnigen, enquanto assistia a um noticiário sobre jovens refugiados traumatizados jogando futebol em Darfur, num campo de terra batida, com uma bola que eles mesmos tinham feito amarrando lixo com barbante. Ele percebeu que havia uma necessidade global por uma bola praticamente indestrutível que pudesse suportar as mais duras condições enfrentadas diariamente por jovens que vivem em campos de refugiados, áreas de desastres e em comunidades de baixa renda. Assim nasceu a One World Futbol, projetada para quicar mais baixo para jogos recreativos em superfícies mais duras como ruas, terrenos rochosos ou terra batida, pátios escolares, mas é ótima na grama e grama sintética também.
Uma única One World Futbol pode durar mais do que centenas de bolas padrão, eliminando o desperdício com o descarte de bolas de futebol furadas e o transtorno da compra de bombas e agulhas.

Opel Astra ganha série especial Copacabana

Serie especial quer revelar o temperamento sul-americano
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Mais uma fabricante resolve criar uma série especial inspirada na Copa do Mundo. A alemã Opel apresenta o Astra Copacabana que, segundo a fabricante foi criada de forma que os passageiros sintam no Maracanã durante a final do torneio. A pintura é que não é nada discreta.

Não há tapetes, que foram substituídos pela areia de Copacabana – daí o nome da série – os bancos são revestidos com grama sintética que simula a usada no Maracanã e o sistema multimídia tem televisão e video-game com jogo de futebol pré-carregado. Ainda há dispensers de caipirinha sem álcool. A buzina toca samba ou o barulho das vuvuzelas quando pressionada com mais força. 
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Por fora, o hatch tem a bandeira no Brasil estampada no teto e “linhas dançantes” na lateral, com direito a palmeiras e um jogador de futebol. O motor é um 1.6 Turbo de 200 cavalos. 
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Chevrolet Agile: um fim próximo e esperado?

620x411xchevrolet agile easytronic 2 620x411.jpg.pagespeed.ic.EF1YUOvuSn Chevrolet Agile: um fim próximo e esperado?Criado em um momento de desespero da marca que ficou mais anos na história como líder em vendas no mercado automobilístico, o Chevrolet Agile chegou ao mercado no final de 2009 e causou espanto dos críticos automobilísticos. Mesmo assim foi bem recebido pelos brasileiro e em abril/2013 ultrapassou as 200.000 unidades vendidas, ou seja, em três anos vendeu mais do que consagrados modelos da marca, como Omega (1992-1998) e Monza “Tubarão” (1991-1996).
Porém, tudo indica que não será um modelo longevo da marca, assim como Astra, Corsa, Meriva e Zafira, modelos que permaneceram mais de 10 anos no mercado sem atualização de grande expressão, porém com algumas perfumarias básicas mantiveram estes bons anos no mercado, apenas com a diferença destes serem únicos em seus segmentos – diferente do Agile.
A General Motors ainda tenta justificar sua permanência em linha com adoção de perfumarias no modelo 2013, tais como: escurecimento dos faróis e das lanternas, nova textura dos bancos e novo grafismo do painel, airbag em todas as versões e freios ABS na versão mais completa (equipamentos que passarão a ser obrigatórios em 2014), nova cor Azul Infinity (disponibilizada apenas na versão LTZ) e a principal novidade, o câmbio automatizado Easytronic Gen-II – que fora ressuscitado de modelos com motorização maior, como a Meriva 1.8.
Porém tudo indica de que o modelo em breve estará dizendo adeus ao mercado nacional, tendo em vista que fora um projeto que não é alterado desde o lançamento e tem uma plataforma datada, que em breve será sucumbida pela GSV (Global Small Vehicles). Além do mais as vendas do Agile estão tímidas e semelhantes às do Corsa, quando este saiu de linha em 2012.
620x411xchevrolet agile easytronic 5 620x411.jpg.pagespeed.ic.nUX7H2MuFI Chevrolet Agile: um fim próximo e esperado?
O Agile não seguiu a linha GM de 2013 e não adotou o motor SPE/4 de 106cv, mantendo o motor Econo.Flex de 102 cv que teve a potência reduzida em relação ao Corsa, que possuía 105 cv. Além do mais, o câmbio utilizado não é um automático, diferente do Onix que utiliza o câmbio AT6 disponibilizado em modelos maiores, como o Cruze.
O Chevrolet Agile também não tem novidades da Chevrolet, como o famoso equipamento MyLink, que apesar de não passar de uma perfumaria chama bastante a atenção e é uma justificativa para conseguir muitos compradores para Onix, Prisma e companhia.
O Agile também não adotou o painel digital utilizado em toda a marca (neste ponto, eu elogio o Agile). No Brasil o Chevrolet Agile está posicionado acima do Onix, diferente do que acontece em países vizinhos. A sua proposta por aqui, em seu lançamento, era de ser um compacto “premium”, para concorrer com modelos de faixa de preço semelhante como Volkswagen Fox e Citroen C3. Diante disto a General Motors inseriu inúmeros porta-objetos nele e desenvolveu uma posição alta e de certa forma agradável para dirigir (algo que não se pode dizer de Classic ou Celta), o teto é alto e o entre-eixos foi alongado para oferecer mais espaço interno do que seus concorrentes.
620x411xchevrolet agile easytronic 7 620x411.jpg.pagespeed.ic.GBfsVpTn Z Chevrolet Agile: um fim próximo e esperado?
Porém em minha opinião o grande erro da General Motors foi de utilizar apenas uma motorização, enquanto os concorrentes utilizam pelo menos duas. O Agile também recebeu apenas duas versões sem ter uma versão aventureira, o que caberia perfeitamente em seu design controverso, e a principal de todas: utilizar uma plataforma de um automóvel de menor custo e também com mais de 15 anos de existência.
O uso desta plataforma, dentre outras coisas, fez com que o Chevrolet Agile tivesse o pior resultado da GM em crash-tests da Latin Ncap, com zero estrela. O Chevrolet Celta tem um nível de segurança similar, pois embora tenha recebido uma estrela, na época não se dava zero para nenhum modelo.
Para finalizar, juntando tudo isso ainda temos o lançamento do Onix que canibalizou o Agile, deixando ele com um visual sem atrativos perante o irmão menor. Com isso acredito que o Agile pode estar com seus dias contados.
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Novo visual a caminho

Logo o Chevrolet Agile receberá um visual atualizado na dianteira, como já vimos em flagras aqui no NA. Você acha que com isso o Agile terá uma boa sobrevida, ou a novidade melhorará as vendas apenas por alguns poucos meses?

Chevrolet Tavera protagoniza escândalo internacional na GM

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O Chevrolet Tavera, um SUV de origem Isuzu e vendido exclusivamente na Índia – protagonizou um escândalo internacional envolvente a cúpula de engenharia da General Motors. Sam Winegarden, então vice-presidente mundial de engenharia de motores do grupo americano foi demitido sumariamente após 29 anos de casa, levando consigo outros 10 executivos nos EUA e Índia.
O motivo é que a GM teria autorizado adulterações nos dados técnicos do Chevrolet Tavera a fim de conseguir homologação em novos padrões de emissões e de categoria na Índia. Funcionários da empresa teriam falsificado testes de emissão de poluentes para que o SUV fosse aprovado pela legislação do país asiático.
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Winegarden teria autorizado a troca do motor do Chevrolet Tavera de homologação para o teste indiano. O novo motor é mais limpo e atende às exigências locais, mas foi colocado apenas para a avaliação, sendo que os carros de produção continuaram a ser feitos com o velho, que teria sido reprovado. Além do motor, os envolvidos falsificaram o peso do veículo para adequá-lo à legislação.
Ao todo, 114.000 unidades do Tavera foram produzidas de modo irregular, visto que estavam equipados com o motor antigo e peso fora dos padrões. A GM então decidiu demitir todos os envolvidos por “violações de política da empresa”. Além disso, a montadora determinou um recall de todas as unidades com motores diesel 2.0 e 2.5 feitas entre 2005 e 2013, além de ter interrompido a produção dos mesmos. O modelo conta ainda com versão a gasolina 2.2 com 114 cv e 18,3 kgfm, que continua sendo feito.